A CADA ENCONTRO, UMA REALIDADE QUÂNTICA

Estamos todo o tempo trocando vibrações com pessoas, objetos e lugares. Esse conceito que já tem sido explicitado por culturas orientais há milênios, vem recentemente encontrando uma fundamentação científica capaz de demonstrar até mesmo para os mais céticos, a existência das realidades multidimensionais. Vivemos imersos em um ‘oceano energético’ onde o mundo visível é tão somente a parte mais simples e menor, por assim dizer, daquilo que podemos chamar de realidades vibracionais. Não estou querendo dizer que os mundos materiais não sejam importantes, muito pelo contrário, mas sim que eles são a ‘ponta do iceberg’ de múltiplas realidades paralelas que formam nossas vidas. Ambas as realidades, visível ou material e invisível ou vibracional, são igualmente importantes e bastante interdependentes, no entanto elas possuem qualidades muito próprias e específicas de funcionamento.

A Física Clássica é responsável por nos explicar a forma como se comporta o mundo visível de todas as coisas materiais, enquanto que a Física Quântica vai nos conduzir para dentro da intimidade dos mundos invisíveis aos nossos olhos, local onde se encontra a origem essencial de tudo o que somos e de tudo o que nos cerca. Esse mundo do “infinitamente pequeno” é formado por partículas e todas elas possuem em seu entorno um “espaço metafísico” que sempre as acompanha. Dentro deste espaço encontramos vibrações diversas que são chamadas de “ondas guias” compostas por múltiplas frequências, responsáveis por determinar a forma como todas as partículas irão interagir umas com as outras. Em experimentos realizados em que partículas subatômicas eletricamente carregadas foram colocadas dentro de aceleradores, alguns fenômenos um tanto ou quanto ‘estranhos’ para nossa compreensão e impossíveis de serem explicados pela Física Clássica aconteceram. Valendo a pena mencionar que o que realmente ‘colide’, não são as partículas em si, mas seus ‘envoltórios energéticos’ que se tocam.

E foi para nossa perplexidade que testemunhamos o inesperado!  Partículas que sumiam ou surgiam “do nada”. Partículas que eram transportadas para o passado ou futuro. Partículas que apareciam em dois locais ao mesmo tempo. Situações impressionantes para nossa materialidade, mas que fazem muito sentido quando direcionamos nosso olhar para o que está por detrás da realidade mais ‘grosseira’ de nossa existência. E começamos a nos dar conta de que a origem de todas as coisas se faz muito distante daquilo que os olhos físicos conseguem enxergar.

Transpondo esse realidade experimental para nossa realidade humana, podemos entender que a partir de uma terminologia quântica, somos partículas permanentemente ‘colidindo entre si’, enquanto seres que interagem todo o tempo, de uma forma ou de outra, com pessoas, objetos e lugares. Mesmo no silêncio ou no ‘não comportamento e ação’, esta interação está obrigatoriamente ocorrendo, pois para os campos energéticos que nos envolvem, agir ou permanecer em quietude não faz a menor diferença, a interação é sempre impossível de não acontecer. Toda essa reflexão nos conduz a uma realidade bastante interessante: seremos permanentemente impactados e transformados quanticamente a cada encontro e interação que realizamos. A cada momento nunca mais seremos os mesmos, na certeza de que estamos nos construindo a cada instante. Essa a beleza e a magnitude das possibilidades que se abrem a nossa frente a cada dia! E sendo assim que saibamos compreender, e melhor ainda, vivenciar com cada vez maior expansão de consciência, as oportunidades que se apresentam enquanto presentes diários para nossa transformação.

 

 

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