Genética e linguagem: atravessando fronteiras (junho de 2009)

O ser humano é o ser por excelência da criatividade e da capacidade de simbolização de seus pensamentos e emoções através da linguagem. Nesse sentido, o uso da palavra é o veículo de expressão de nossa realidade simbólica e emocional, de transmissão de idéias e  transformação do Ser. Terapeutas, advogados, políticos, clérigos e profissionais de vendas, sabem o quanto a palavra certa, empregada no tom apropriado e da forma mais adequada, se torna o fator que faz a diferença. Mas quais os mecanismos responsáveis pela força e impacto da linguagem? O poder terapêutico do som tem sido desde séculos intuitivamente compreendido por curadores e místicos, que se valem da utilização de cânticos, mantras, preces e música sagrada, para restauração da harmonia interior. Desde tempos imemoriais as tradições místico-espirituais afirmam que o corpo físico dos indivíduos pode ser ‘programado’ não só através das emoções e dos pensamentos, mas também através da linguagem. Pesquisas realizadas por um grupo de geneticistas e lingüistas russos, liderados por Peter Gariaev, Ph.D,

cientista renomado pela descoberta do ‘Efeito Fantasma do DNA’, e Vladimir Poponin, Ph.D; ambos pesquisadores Sêniordo Instituto de Física e Bioquímica da Academia de Ciências Russas, trouxeram ao conhecimento da comunidade científica, algo absolutamente surpreendente: a comprovação de que o poder terapêutico das palavras e da linguagem está vinculado à influência que os sons exercem sobre o DNA. Sabe-se que 10% do DNA humano é responsável pela síntese de proteína e construção do corpo físico, sendo que os restantes 90% foram sempre considerados como “sem função”. A Natureza em sua extrema sabedoria, não daria origem a algo que não fosse necessário, e ao que parece, é mais especificamente essa significativa porção de DNA que se vincula aos efeitos produzidos pela linguagem.

Essas pesquisas demonstraram que o código genético e o código lingüístico se estruturam de forma idêntica, isto é, através de ‘regras gramaticais’ que implicam numa “sintaxe” (seqüência das palavras) e numa “semântica” (significado das palavras) próprias. Nesse sentido, a forma como a linguagem se estrutura não é ‘acidental’, apresentando-se como um reflexo direto da estruturação do DNA humano, que possui, por assim dizer, as características de um “texto genético”, e como tal,

seus cromossomos são passíveis de codificarem informação e de sofrer alterações em sua estrutura. Até o presente momento, os geneticistas ocidentais têm realizado a manipulação de DNA através do ‘desajeitado procedimento’ de cortes de material genético e inserção de genes. As pesquisas conduzidas pelos pesquisadores russos, têm demonstrado a possibilidade de uma medicina genética completamente nova, onde o DNA pode ser ‘re-programado’ através da utilização de freqüências sonoras específicas. Para nosso assombro e surpresa, foi descoberto que a utilização de vibrações sonoras adequadas, e nisso se inclui a linguagem falada, produziu alterações em amostras de DNA vivo! Pelo fato de ser completamente natural ao nosso DNA reagir aos sons, torna-se compreensível que os impactos causados pelas sugestões hipnóticas, pelas afirmações místico-religiosas, pela oratória de determinados profissionais, e até mesmo pela força do que é dito pelos pais no processo de educação, estejam profundamente vinculados à influência que a linguagem exerce sobre o código genético humano.

Mas quais os cenários futuros possíveis diante de uma descoberta de tal importância? Tudo o que existe no Universo, cada corpo celestial e cada átomo, produzem uma freqüência sonora a partir de seu movimento, ritmo e vibração. Essa ‘realidade vibratória’, dá origem a ondas sonoras de freqüências variáveis. Isso também se aplica ao corpo humano, onde cada órgão, osso e tecido apresentam uma freqüência específica para seu funcionamento saudável. Quando por qualquer motivo a freqüência vibratória de determinada parte do corpo sofre alterações, seu funcionamento se torna desarmonioso, originando os mais diversos tipos de doenças. O “x” da questão e o que tem sido tão incansavelmente pesquisado, é a determinação das freqüências sonoras mais adequadas para o funcionamento saudável de cada órgão. Sempre soubemos o quanto a música pode afetar o estado de ânimo dos indivíduos e as recentes pesquisas genéticas têm demonstrado, nesse sentido, que estamos dando ‘um passo além’, onde através da utilização de freqüências sonoras terapeuticamente corretas, e que venham a impactar o DNA humano,

incríveis possibilidades de cura física podem se tornar algo bastante real. Ao contrário do que acontece hoje em dia, muito provavelmente seria dada uma maior atenção à Medicina Preventiva, capaz de através da “Ciência dos Sons”, permitir aos indivíduos uma qualidade de vida muito melhor. Na área da Medicina Estética, seriam as vibrações sonoras adequadas capazes de promover uma maior longevidade, retardando o envelhecimento físico, o desgaste e a oxidação natural das células? Áreas como a Neurociência, a Psicologia, a Sociologia e a Educação, estariam trabalhando ‘de braços dados’ com a Genética, desenvolvendo um trabalho multidisciplinar que busque apontar novas formas de se dar conta dos antigos e tão conhecidos problemas emocionais e sociais humanos. As possibilidades ao que parece são inúmeras, e só nos resta aguardar com expectativa e curiosidade o desenrolar de tais descobertas.

Sumário e comentários feitos por Baerbel, a respeito do livro “Vernetzte Intelligenz”, Von Grazyna Fosar e Franz Bludorf, ISBN 3930243237. Disponível somente em alemão até o presente momento Fonte: http://www.rense.com/general62/expl.htm (15/01/07)

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