Medicina vibracional: somos muito mais do que aquilo que os nossos olhos podem ver? (Publicado em agosto de 2006)

O que é o mundo real? Essa tem sido a pergunta que ultimamente tanto cientistas quanto filósofos, educadores e profissionais das áreas de saúde tem buscado responder. O surgimento da Física Quântica abriu as portas para um entendimento diferente da realidade em que vivemos, demonstrando ao nível das partículas que, tudo o que nos rodeia, tudo aquilo que temos como “real” e “concreto” é, na verdade, energia! De acordo com o entendimento de que mesmo a matéria densa é energia, aquilo que nos define como seres humanos passa a ser entendido não só através de padrões genético-constitucionais e padrões incorporados através das experiências adquiridas, mas também por uma série multidimensional de sistemas de energia sutil que se influenciam mutuamente, e que se convencionou chamar de campos energéticos ou campos áuricos. Os limites da Medicina e Psicologia tradicionais têm sido desafiados ao longo das últimas décadas, pelo surgimento de novos modelos explicativos da realidade que nos rodeia e que fazem parte do objeto de estudo das Terapias Alternativas e da Medicina Vibracional ou Medicina Energética. Esses modelos explicativos servem como base para práticas energéticas milenares realizadas no mundo oriental, e que começaram a ser mais difundidas nas sociedades ocidentais ao longo das últimas décadas.

Em seu livro “Medicina Vibracional” o Dr Richard Gerber afirma que estamos, na realidade, diante de um novo ‘modelo explicativo da doença’, onde  o ser humano não é somente percebido como uma ‘sofisticada máquina biológica’, um conjunto de células, tecidos e órgãos, mas como um ser também constituído, por múltiplos sistemas energéticos, que se influenciam reciprocamente. O Ser Humano das Terapias Holísticas é um ser composto de realidades multidimensionais e energéticas que nossos olhos não podem ver, mas que nem por isso deixam de existir. O estado de saúde e o surgimento de sintomas e doenças passam a ser entendidos através de uma compreensão mais profunda do quanto nosso corpo físico, nossos pensamentos e emoções afetam esses padrões energéticos e vice-versa.

Bárbara Brennan em seu livro “Mãos de Luz”, uma espécie de ‘bíblia’ para aqueles que trabalham com a Cura pelas mãos, nos fala que o corpo físico existe dentro de um “corpo” mais amplo, um campo de energia humana ou aura, um corpo energético conhecido, há muito tempo, por curadores e místicos de todas as culturas. Segundo a Medicina Vibracional, os desequilíbrios nesse delicado sistema vibratório ou energético é que levam ao surgimento dos mais diversos sintomas físicos, emocionais e mentais, e para que a saúde possa ser restaurada, é necessário que o indivíduo seja capaz de não só cuidar de seu aparato físico, mas também de se re-equilibrar energeticamente. As Terapias Vibracionais baseiam-se  no princípio de que semelhante atrai o semelhante, e que o semelhante entra ‘em ressonância’ com o semelhante. Quando uma corda específica de um instrumento musical vibra, todas as outras oitavas associadas a essa corda também vibrarão, demonstrando que elas se encontram em ressonância umas com as outras. Esse mesmo princípio é aplicado às Terapias Energéticas que diz que toda a matéria vibra através de uma freqüência específica e que, quando os desequilíbrios energéticos surgem, a introdução de uma alta freqüência de energia restaura o equilíbrio de tão delicado sistema. As freqüências mais altas irão por assim dizer, “puxar” as freqüências energeticamente mais baixas e em desequilíbrio, para níveis ótimos. O papel da Medicina Vibracional, através de suas diversas formas de atendimento, consiste em propiciar ao indivíduo a entrada dessa freqüência específica, elevando o padrão energético em desequilíbrio, restaurando dessa forma o bem-estar e a saúde.

As Terapias Vibracionais visam atender e trabalhar com o ser humano em um sentido mais amplo, mais holístico da palavra, por entender que as doenças e sintomas começam nos níveis energéticos afetando o corpo físico e o funcionamento emocional dos indivíduos. Da mesma forma, o estado de nosso corpo físico e nossas emoções e pensamentos afetarão nossos campos energéticos e seu adequado funcionamento. Essas três esferas, a física, a emocional e a energética, trabalham em conjunto, e o adequado funcionamento de uma depende do adequado funcionamento das outras duas.

Existem atualmente muitos profissionais das áreas de saúde, que começam a perceber que o corpo físico não corresponde à única dimensão da experiência humana, e é graças às pesquisas bastante sérias realizadas nesse campo, que podemos começar a estabelecer uma ‘ponte’ explicativa entre as experiências da realidade física e as experiências das realidades energéticas. Dentro de um leque de possibilidades de trabalho energético, temos visto o surgimento dos Florais de Bach e de diversos outros sistemas florais ao redor do mundo; o crescente interesse pela prática do Reiki e de diversas outras modalidades de cura com as mãos; a popularização do uso da homeopatia e acupuntura, adotadas inclusive no âmbito de saúde social, e a utilização dos cristais com fins terapêuticos. Todas essas modalidades de medicina alternativa compartilham os mesmos princípios básicos de que o ser humano é constituído por campos de energia, e que o restabelecimento da saúde, a cura de doenças, o bem-estar mental e emocional, e até mesmo a tão desejada paz interior, podem ser obtidos através dos princípios que norteiam essas práticas, e que demonstram que somos muito mais do que simplesmente aquilo que nossos sentidos podem perceber.

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