Medicina vibracional: um novo conceito de saúde (setembro de 2009)

Estamos vivendo por muito mais tempo. Nunca em toda a história da Humanidade a longevidade foi tão cuidadosamente procurada e obtida. O desenvolvimento científico de processos de cura e preservação da vida foram uma das grandes conquistas das últimas décadas, o que tem levado os indivíduos a se perguntarem de que forma podem ser felizes pelos inúmeros anos de vida à sua frente. Não se trata apenas de se viver mais, mas de se viver por mais tempo de uma maneira realizada e plena. Mas de que forma essa tão sonhada felicidade pode ser obtida? Nesse sentido, a forma como a própria medicina e os estudos de Física Quântica vem se desenvolvendo, nos mostram a chave para essa questão.

As razões verdadeiramente subjacentes às doenças foram sendo cada vez mais desvendadas e entendidas, definindo diferentes visões da doença dentro de momentos históricos bastante específicos. Podemos dizer, nesse sentido, que a Medicina da Era I se caracterizou por uma visão mecanicista do Homem, onde o paradigma dominante era o de percebê-lo e entendê-lo enquanto uma máquina composta de partes que quando não funcionassem corretamente deveriam ser “consertadas” ou “substituídas”.

A doença era compreendida enquanto uma disfunção, uma anomalia no funcionamento desse ‘homem-máquina’, e que deveria ser “corrigida” a qualquer custo. A Medicina da Era II nos fala de uma relação existente entre as doenças e as emoções em desequilíbrio, dando origem ao campo da Medicina Psicossomática, que se torna a área médica responsável pelo desenvolvimento de estudos que expliquem e comprovem a relação existente entre emoções e doenças. Dentro desse contexto começam a surgir pesquisas sobre a importância do sistema imunológico e sua conexão com a doença e a saúde. Indo um passo além, estamos vivenciando em nosso momento atual aquilo que chamamos de Medicina da Era III, cujo enfoque da origem das doenças está baseado em desequilíbrios energéticos que seriam, na verdade, a razão primeira de grande parte das doenças.

Segundo essa nova forma de entendimento dos sintomas, o corpo físico seria, por assim dizer, “energia densificada”, fazendo todo o sentido falarmos de uma medicina onde a saúde estaria baseada fundamentalmente no equilíbrio energético dos indivíduos. Toda essa compreensão veio a partir dos estudos da Física Quântica que demonstrou que tudo o que nos rodeia, tudo o que materialmente existe, é na verdade, energia! Não somos em nada diferentes disso. Na verdade, a partir do entendimento da Medicina Vibracional ou Energética, podemos cada vez mais entender a relação entre corpo e mente, e porque não dizer entre o espírito e o corpo. Isso tudo nos leva a pensar em uma “Medicina da Alma”, onde o conceito de saúde estaria fundamentalmente associado à satisfação de necessidades que não podem ser supridas pelo mundo material, mas sim única e exclusivamente por um senso de completude espiritual. Por mais incrível que possa parecer, é a própria ciência que vai ao poucos mostrando que o segredo para uma vida longeva e feliz estaria, em última instância, associado à felicidade de nossa alma.

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