Prosperidade Emocional e Financeira: Uma Questão de Estado de Mente e Espírito (Setembro de 2010)

O que os seres humanos têm em comum independente de suas crenças,  origem e formação? Todos sem exceção desejam se sentir amados, valorizados, cuidados e preenchidos em suas necessidades emocionais e financeiras. No entanto, por diversos motivos e razões, freqüentemente esses objetivos tão comuns à toda a raça humana não se cumprem como o desejado.

De uma forma um tanto ou quanto errônea as pessoas de uma maneira geral encontram em situações externas as justificativas para a falta de amor ou dinheiro. Limitação de oportunidades de educação e trabalho, condições sócio-econômicas adversas e questões de política governamental e mesmo questões familiares, são entre outras, as ‘razões campeãs’ utilizadas como justificativa para estados de carência emocional e material.

No entanto, embora questões físicas mais concretas possam estar presentes, a real fonte para a falta de prosperidade emocional e financeira encontra-se bastante vinculada à forma como entendemos o papel do dinheiro e das relações amorosas em nossas vidas, algo que é determinado de uma maneira bastante inconsciente por vivências em nossa infância, e que muitas vezes dá origem a um sistema de crenças limitante nesse sentido.

O recebimento abundante de tudo o que de mais belo e bom possa existir é sem dúvida alguma um direito divino inato a todos os seres humanos, mas com uma freqüência demasiadamente grande, muitas vezes não nos sentimos merecedores de receber tudo isso. Outro aspecto a ser levado em consideração reside no fato de que uma percentagem bastante elevada de indivíduos nutre a  crença de que amor é uma questão de “sorte” e dinheiro uma questão de “sacrifício”, o que em absoluto corresponde à verdade das coisas.

Somos muito mais ativos na construção de nossa realidade do que poderíamos supor, e para que alcancemos a prosperidade emocional e econômica, há que se entender um pouco mais sobre certas leis que regem o funcionamento energético da vida, e que explica a forma como permitimos que o fluxo de ‘bens materiais e amorosos’ aconteça em nosso dia-a-dia. Estamos deixando os aspectos mais amorosos ou mais densos de nosso ser circularem livremente? Qual a nossa visão sobre o dinheiro? Acreditamos que ele possa ser obtido como fruto de um trabalho realizado com alegria? As respostas para essas questões indicarão de forma decisiva a maneira como estaremos construindo nossa vida amorosa e material.

Se tudo o que existe é energia, como tão bem tem sido demonstrado pela Física Quântica, a própria noção de que dinheiro é energia de troca materializada, nos leva a pensar que a abundância material e afetiva ocorre quando acreditamos verdadeiramente na possibilidade de vivenciarmos relacionamentos plenos em nossas vidas, e quando nossa relação com o dinheiro é feita da forma mais positiva possível. Nesse sentido a vida sob certo aspecto, ao contrário do que em princípio se poderia pensar, é muito justa, nos ‘dando em troca’ exatamente aquilo que estamos projetando a partir de nossas crenças mais profundas.

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