Vida financeira: uma troca de energias em um mundo material (Dezembro de 2009)

Quem nunca desejou poder fazer compras sem se preocupar com a conta bancária, poder viajar a vontade para locais paradisíacos, vestir as melhores roupas e freqüentar os locais mais refinados e caros? Todos os indivíduos desejam ter uma vida material abundante e plena. Ter uma conta no banco satisfatória como resultado de um trabalho gratificante é o sonho de consumo de todas as pessoas adultas em idade produtiva.

Muitas vezes as aspirações pessoais não chegam a tanto, bastando apenas que as contas do mês sejam pagas em dia e o mínimo adequado para a sobrevivência seja obtido. Independentemente das aspirações mais ou menos ambiciosas de cada um, ter dinheiro é fundamental para que todos nós tenhamos condições de viver em um mundo físico que funciona baseado em trocas materiais.

Mas embora o dinheiro possa ser percebido como algo eminentemente material, ele possui um significado que a imensa maioria das pessoas desconhece, e que vai para muito além de sua característica monetária intrínseca. Ele é um instrumento de trocas e interação entre as pessoas, não só sob um ponto de vista físico, mas emocional e energético. O primeiro aspecto a que me refiro, o significado emocional, está em larga escala associado ao papel que o dinheiro desempenhou em nossa vida familiar e principalmente na relação com nossos pais.

Se mensagens como ‘é preciso trabalhar duro para se conseguir algo na vida’, ou ‘nada vem fácil ou sem esforço’, são transmitidas de forma aberta ou mais velada desde a infância, nossa relação com o dinheiro poderá ficar “contaminada”, e aí vai um trocadilho que expressa o que muitos pensam, que ele é “sujo”, de uma forma permanentemente prejudicial. Por outro lado, mensagens mais positivas tais como ‘meus ganhos são o resultado de minha satisfação com o que faço’, oriundas de uma visão mas positiva da vida, vão possibilitar que nossa relação com o dinheiro fique impregnada de uma energia mais realizadora, e que se refletirá na forma como materialmente vivemos.

O segundo aspecto a que me refiro, o energético (e porquê eu estaria falando de energia em relação a algo tão “concreto” como o dinheiro?), está baseado no fato de que ‘dinheiro é energia de troca’, que pode ser feita de uma forma mais positiva ou negativa, pois em si mesmo ele não possui nenhum valor objetivo. Por essa razão não basta o desejo consciente de uma vida abundante, isso todos nós queremos, mas que nos sintamos verdadeiramente merecedores de toda a fartura que a vida pode nos oferecer. É a nossa visão de mundo e até mesmo nossos conceitos mais profundos e muitas vezes inconscientes com relação a essas questões, que com toda a certeza, farão toda a diferença.

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